Sleeping With Sirens – 15-08-2015 – São Paulo (Carioca Club)

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Texto por Maria Clara – Fotos por Matheus Silva – Edição por André Luiz

A segunda noite do Sleeping With Sirens em São Paulo levou milhares de jovens ao Carioca Club no sábado (15/agosto). A banda comandada por Kellin Quinn (vocalista) tem surpreendido com vários shows esgotados ao redor do mundo. No Brasil foram cinco datas da turnê Madness (em promoção do disco homônimo), sendo duas em São Paulo, com um show extra na Clash Club que garantiu meet & greet para alguns fãs.

O show começou exatamente às 20h, com “Kick Me”, ao final da execução, o vocalista fez uma pequena reverência ao público. A banda continuou com “Do It Now, Remember It Later”, na qual destacou-se o baixista, Justin Hills, demonstrando extrema simpatia, fazendo pose para os fotógrafos e malabarismos com o baixo. Durante a execução da terceira música, “We Like It Loud”, o baixista pegou uma bandeira do Brasil que havia sido arremessada por um fã e estendeu a mesma no palco.

O show seguiu com “Go, Go, Go”, “Tally It Up, Settle The Score” e “Fly” que encerrou o primeiro contato de Kellin com a plateia, explicando que a próxima música, “Gold” era sobre amizade e agradecendo a América do Sul. Após a música, um fã pediu para tocarem uma canção, porém Kellin disse que não era a hora, porém que o chamaria para cantar com ele. Após “Strays”, Kellin fez corações para a plateia e anunciou a música seguinte, “Roger Rabbit”, na qual arriscou um beat box. Após a canção, o vocalista brincou com a plateia, fazendo-os gritar palavrões (“I say fuck, and you say yeah”).

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O único cover da noite foi “Iris”, do Goo Goo Dolls, seguida por “Parasites”. Kellin pediu aplausos para os integrantes da banda, os quais apresentou um a um – Jack Fowler e Nick Martin, nas guitarras, Justin Hills, no baixo, Gabe Barham, na bateria e a si próprio no vocal. A banda tocou “Better Off Dead” e “Don’t Say Anything”, antes de deixarem o palco.

Com muitos pedidos de “one more song”, o quinteto retornou ao palco. Antes de tocar “If I’m James Dean, Then You’re Audrey Hepburn”, Kellin disse que havia feito uma promessa naquela noite e que cumpria as promessas que fazia, foi então que chamou o tal fã que pediu a canção no palco. O rapaz se apresentou como Guilherme, ofereceu a música para uma garota, Gabriela e cantou a canção junto com a banda. Ao final da música, Guilherme disse que o sonho de Gabriela era dar um abraço em Kellin e perguntou se podia chamá-la ao palco. Kellin perguntou se o rapaz iria pedi-la em casamento, e obteve como resposta um “maybe” (talvez). A garota foi chamada ao palco e subiu após algum tempo, com Guilherme fazendo várias declarações, porém o rapaz foi cortado por ela, até que  Kellin expulsou os dois do palco quando percebeu que o rapaz havia levado um fora.

Durante a música final, “If You Can’t Hang”, o vocalista adaptou a música de “She turned out to be a cheat”, para “She turned out to be a Gabriela”, recebendo muitas risadas da plateia. Um show bem animado e com um final surpreendente. Na saída, uma fila de fãs aguardava pela saída da banda para a van, que já aguardava na porta da casa. Agradecimentos à Liberation pela produção do evento e Costábile Jr. Pelo credenciamento de nossa equipe.

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