Toxic Holocaust – 12-10-2014 – São Paulo (Clash Club)

Toxic Holocaust - Curitiba out2014 - por Clovis Roman e Kenia Cordeiro th3

Texto por Renata P. – Fotos por Clovis Roman e Kenia Cordeiro – Edição por André Luiz

Terminando uma extensão tour pelo Brasil, os americanos do Toxic Holocaust finalizaram o festival que contava com as bandas de maior evidência no cenário thrash/death nacional ultimamente.

O festival, muito bem organizado pela FAME enterprises, começou no meio da tarde quente de feriado de 12/10, com o CxFxCx, banda experiente da cena gaúcha. Apresentando um crossover/thrash de qualidade, a banda foi responsável pela ótima abertura do festival.

Os mineiros do Krow, banda bem conhecida no exterior, que vem fazendo extensas tours pela Europa, foi responsável por dar sequência ao festival com um Death Metal profissional e bem executado. A cozinha da banda, formada por Cauê de Marinis (baixo) e Jhoka Ribeiro (bateria) foi bem afiada, e a dupla de guitarras formada por Lucas Simon e Guilherme Miranda (também vocalista), sempre executando guturais de extrema competência, mostraram porque o Krow está cada vez mais colhendo frutos por onde passa.

Terceira banda da noite, o Nervosa, formado por Fernanda Lira (baixo e vocal), Prika Amaral (guitarras) e Pitchu Ferraz (bateria), apresentou um set recheado de músicas bem executadas do CD de estréia (Victim of Yourself) e do primeiro EP da banda, evidenciando porque a banda vem ganhando mais e mais notoriedade.

Já o Blashthrash demonstrou muita energia e simpatia no palco, sendo responsável por várias rodas e moshpits durante todo o show.

Voodoopriest, a última banda antes do Toxic Holocaust, apresentou um show extremamente coeso e muito bem executado, destacando as guitarras e baixo bem entrosados, bateria violentíssima e o vocal característico de Vitor Rodrigues.

Toxic Holocaust - Curitiba out2014 - por Clovis Roman e Kenia Cordeiro th4

A noite, finalizaria com os americanos do Toxic Holocaust que se mostraram bastante a vontade (mas ainda assim surpresos) com a ferocidade dos brasileiros em seus shows. Com um set list recheado de músicas para muito mosh (evidenciando a grande influência de bandas como Slayer, Exodus e Motorhead), a plateia se exaltou por diversas vezes, subindo ao palco e até dando uma “palinha” como cantores ao lado do simpático vocalista e guitarrista Joel Grind que achava graça no momento todo. Infelizmente, devido ao grande número de pessoas pulando do palco, um rapaz acabou se machucando feio (se alguém souber o estado de saúde dele, nos avisem!).

Após 1h45m de moshpits  a todo instante, o show do Toxic Holoucaust termina (com direito a piada de Fernanda Lira), encerrando a tour brasileira da banda.

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