VAMPYRIA SECRET
TRIBE HOUSE, SÃO PAULO - SP Review por André Luiz - Edição por André Luiz Fotos por André Luiz (metalrevolution.net) Natal, reveillon, as festividades de final de ano passaram, e o primeiro final de semana de 2010 trouxe o sempre presente sentimento de 'o que fazer? Pra onde ir?'. O público da linha gotic/industrial contou com uma boa opção, em pleno primeiro sábado do ano aconteceu o evento de abertura das atividades da produtora Gothz Newz, o estival Vampyria Secret. Mais de 600 pessoas estiveram presentes na Tribe House, local para o qual foram transferidos momentaneamente os eventos da Ocean Club, e a contar pelo line up da festa composto por alguns dos grandes destaques da cena em 2009, diria que a presença maciça era iminente: Der Wahnsinn, Silent Angels, Dead Of World, Black Vegas e The Cruelty proporcionaram aos presentes shows de muito bom nível técnico. A baixa da noite ficou por conta da Haradya a qual não se apresentou devido problemas de saúde com a Íris (minhas melhoras estimadas a esta grande vocalista!). Line up interessante, djs, 'novo-velho' local, open bar, a noite quente de sábado prometia...
A Der Wahnsinn retornou aos palcos da Tribe House após um período afastada, e em meio ao calor infernal, transformou a pista do local em uma verdadeira tormenta regada a mosh pit. Industriele Revolution, Der Wahnsinn, Feueragen, Te Quiero Puta e Du Hast foram alguns dos petardos executados no set list que mesclou faixas próprias com covers do Rammstein, com destaque para faixas do último lançamento da banda alemã. Os músicos possuem presença de palco marcante, além de prestígio junto ao público, a ponto de pedirem para os 'headbangers' do mosh pit amenizarem para quem não estava literalmente no meio da roda formada. Em meio a correria que envolve as coberturas de eventos, uma situação curiosa me chamou atenção. Enquanto eu gravava comentários em áudio sobre as apresentações da noite, me deparei com um gato que passeava pelas escadarias da Tribe House, junto ao novo mezanino no hall de entrada, o qual era acariciado por boa parte das moças presentes. Finalizando a noite, a Dead Of World trouxe o sempre polêmico Manson a tona com suas interpretações que têm melhorado a cada apresentação. A receptividade do público para faixas como Sweet Dreams, Arma-Goddamn-MutherfuckinGeddon e Antichrist Superstarrefletiu o bom desempenho do músicos no palco, como citara em matérias anteriores, a mais nova boa opção em termos de Manson cover da cena. Encerrando esta matéria, espero que em futuros eventos na casa haja melhorias quanto a estrutura oferecida ao público, pois embora a localização da mesma prejudique 'em termos' a presença do público (devido a distância do metrô, avenidas com ciculação de transporte coletivo mais frequente), a casa tem condições de ser melhorarada com relação a distribuição do open bar, a qualidade da bebida servida e a circulação de ar do local.
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