OCEAN CLUB, SÃO PAULO - SP Review por André Luiz - Edição por André Luiz Fotos por André Luiz (metalrevolution.net) Muito se diz a respeito do Dia das bruxas, sua celebração dia 31 em especial nos EUA e paises de lingua inglesa, mas pouco se sabe a respeito de sua origem pagã, baseada em um culto celta chamado Samhain, da época dos Druídas. Pouco se sabe a respeito da religião e festividades desse povo pois a escrita não era adotada, sendo seus respectivos costumes passados na forma do boca-a-boca de geração a geração. Cita-se também uma origem cristã com base no dia dedicado a festejar 'Todos os Mártires', isntituida pela igreja da Síria desde o século IV, a qual contou com algumas mudanças de data e nome por parte de papas no decorrer dos anos. No final das contas, tanto a origem pagã como a cristã foram mescladas a tradições francesas e inglesas, culminando na forma de celebração do Hallowen dos tempos atuais com suas fantasias, abóboras e alusões a bruxaria... Em dezesseis edições do Hard N' Roll, a realizada em outubro de 2009 tratou-se da segunda com alusão a conhecida festa das bruxas, mesmo a citada algumas semanas depois. Além de desconto no valor de entrada a fantasiados e o tradicional open bar da casa, o evento trouxe em sua line up algumas atrações um tanto quanto conhecidas do público (mais de 600 pessoas, excelente número visto que ocorria evento hard na Led Slay no mesmo dia) que frequenta a Ocean Club, tais como Fire Kis, Hidden Toys, Use Your Guns, Poison Heart, Rock N' Huntin e Sinestesy, sem esquecer a presença no evento da Young Kills e mais Cabrones e Steel Phoenix (está debutando na casa). As ausências da noite ficaram a cargo da Bad Boyz (sem maiores explicações por aprte da banda) e Psycho Beggar (apenas um integrante chegou no horário programado para banda se apresentar).
Após muita cobrança por parte de alguns integrantes da banda, enfim o Metal Revolution possue matéria comentando apresentação da Young Kills na Ocean Club. Sinceramente, não gosto de me recordar da última apresentação da banda em Hard 'N' Roll, pois justamente após sua apresentação na edição de abril, fui assaltado no trajeto de volta para casa, o que me acarretou algumas semanas sem camera para cobertura de eventos... Causos a parte, o fato é que Bruno (V), André (G), Léo (B) e Raul (D) demonstraram no palco Dark o motivo de tanta cobrança para saber a opinião do MR a respeito de uma performance da mesma: boa banda, boa atuação dos músicos, em especial Bruno e André, mesmo tendo alguns desencontros em dados momentos, diria que em 5% de detalhes, totalmente dentro do esperado. O destaque na minha opinião não fica apenas para o conjunto atuação/presença de palco/participação do público mas para escolha do set mesclando faixas mais conhecidas como Same Old Situation, Girls Girls Girls e Doctor Feelgod, com outras que o fan de Mötley Crüe dificilmente assistem ao vivo como Too Fast For Love e Red Hot. Já no palco principal, a Hidden Toys trouxe seu repertório calcado em petardos de Whitesnake e Led Zeppelin aos presentes. Felix (V), Marcus (B), Marcel (D), Felipe (G) e Gabriel (K) possuem uma identidade formada, conjunto entrosado formado pela reunião de bons valores individuais, e através de uma boa escolha de repertório chama a atenção do público, o qual participa ativamente de suas apresentações. Ou o que dizer de um repertório formado por músicas como Guilty Of Love, Cryin' In The Rain, Foll For Your Loving, Here I Go Again... A parte instrumental merece destaque individualmente, seja o guitar 'japa' com mescla de técnica/feeling, tecladista com participação ativa nas músicas, baixista com sua presença de palco, baterista que dificilmente erra tempo de seu instrumento e Felix que literalmente comanda as ações com o carisma de um bom frontman.
Após vários eventos na Ocean Club atuando como banda de encerramento da noite, a Poison Heart trouxe seu repertório baseado em Ramones como terceira atração do palco dark, em meio ao funcionamento do open bar. A tônica do show a princípio foram os problemas no som, seja na audição do baixo ou principalmente na guitarra, problemas contornados com o decorrer da performance. O público bangueou insanamente através de sucessivos moshpits, Fábio demonstrou novamente boa presença de palco junto aos outros integrantes (não me pergunte por seus nomes rsss) em faixas como KKK Took My Baby Away, Pet Sematary, Sheena Is A Punk Rocker e Gabba Gabba Hey. No palco Phoenix, como a Bad Boyz de Blacksnacke não compareceu, a Fire Kiss resolveu retornar ao palco, porém com o guitar um pouco 'passado', diria que as músicas do Bon Jovi apresentadas foram um tanto quanto distorcidas etilicamente falando (rss), em meio ao público agitando na pista os sucessos de Jon, Richie e companhia. Em compensação, no palco Dark, a sequência de moshpits iniciada na performance da Poison Heart teve seu volume aumentando pela presença da Metal Health no palco. Rafe Ripper (V), Diego Sinais e Léo Oliva (G), Dan Riot (B) e Gleison Torres (D) possuem público cativo (e um jogo de fumaça amaldiçoado que complicou meu trabalho nas fotos rsss), muitas pessoas participaram ativamente da apresentação, calcado em um repertório composto por faixas de sua primeira demo Twisted Live como Preachers Of Lie e a faixa-título, além de uma homenagem ao Scorpions e a execução do single Stand Up And Fight, do próximo trabalho da banda. No geral, uma boa performance mesmo com problemas de ordem técnica no som (para variar), destacando-se o conjunto em meio a bons valores como o trio de cordas e o baterista Gleison, sem esquecer a potência nos agudos do vocal Rafe Ripper (verificando biografia da Metal Health, soube que o mesmo integrava uma banda de Grim Reaper cover e posteriormente ao lançamento da primeiro demo o memso adentrou na banda).
O open bar dava literalmente seus últimos suspiros, mas enquanto uns lutavam por suas últimas doses, outros se aglomeravam a beira do palco e faziam os primeiros pedidos a banda que viria a seguir. Assim como na edição anterior do evento, a produção escalou a Rock N' Huntin na sequência da performance da Metal Health, e pelo que vimos um mês antes, sabia-se o que esperar... Alanna Almeida (V), Rafael Picarone e Rodrigo Santos (G), Bruno "Rush" Giacomoni (B) e Thiago Marques (D) seguiram a receita de sua última performance e iniciaram seu set com pesadas e conehcidas do público presente como Enter Sandman e The Trooper, dando sequência com Highway To Hell e a novidade agradabilíssima Holy Diver do DIO. Burn trouxe o caos novamente à pista Dark (até mesmo a vocalista precisou de ajuda após ser literalmente assediada no palco rss), Dream On acalmou as coisas mas por pouco tempo, afinal Seek And Destroy deu sequência a movimentação de mosh pits e stage divings. Encerraram a performance da noite com a sequencia You Shook Me All Night Long, Crazy Train, Run To The Hills, Detroit Rock City e finalmente Aces High. Público que acompanha as coberturas do Metal Revolution sabe como se trata de tarefa árdua acompanhar a maioria dos shows, citar faixa a faixa executada, mas em determinadas situações o repórter acaba fixado na apresnetação e esquece os demais shows simultaneos, esse fora o caso... Da atuação da dupla de guitars ao baterista Thiago Marques smepre preciso, passando pela atuação do baixista Bruno e culminando na frontwoman Alanna, performance mesclando técnica /feeling on stage e interação com público participativo, ótima performance! Já a Steel Phoenix, bem... A princípio não são citados nomes dos integrantes porque simplesmente procurei informações na internet a respeito da banda e não as encontrei. No palco de início pude eprceber uma certa dificuldade em determinados momentos, a escolha de set list incluiu não apenas os grandes clássicos do KISS como também contou com o encerramento de Highway To Hell do AC/DC. E fora justamente no final do show que boa parte de meus pontos de interrogação foram respondidos, através de um sonoro agradecimento em palavras singelas aos integrantes que segundo o baixista, abandonaram a banda as vésperas da apresentação. Em virtude dessa situação, mesmo em meio ao show eprformático, rpefiro comentar a respeito da Steel Phoenix em uma próxima ocasião.
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