A
banda alemã Edguy, em meio a crise mundial aporta pela 4ª vez no país,
mais precisamente na cidade de São Paulo, para um único show bastante
agitado e set list diversificado.
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Liderado pelo compositor e vocalista
Tobias Sammet, os alemães começam às 20h15m com a bem composta
(e que nos arremete ao hard 80's) Dead Or Rock,
emendando com a épica e uma das preferidas dos fãs mais xiitas,
Speedhoven (caberia facilmente no CD Theater
Of Salvation ou Mandrake) ambas do último CD, Tinnitus Sanctus.
Era o momento de voltarmos aos velhos tempos e a perpetualizada
Tears Of Mandrake entra em cena (tocaram-na
em todas as 4 passagens pelo país), cantada em unissono pelos
presentes. Mais uma vez, Sammet anuncia a típica música rápida
do álbum Theater Of Salvation, Babylon - dessa
vez executada perfeitamente - demonstrando que embora o Credicard
Hall estivesse cheio (não mais que a última turnê diga-se de
passagem), o público deixou a desejar no quesito animatção para
uma das músicas mais rápidas do set escolhido pela banda.
A surpresa da noite foi a longa (e ótima música) The
Pharaoh, do álbum Mandrake, já que a única vez que
tocaram por aqui foi em 2002. Definitivamente, o ponto alto
do show. Destaque merecido ao sempre simpático Tobias Exxel,
baixista, que executou perfeitamente e inclusive solou neste
tema. É válido lembrar que o sempre carismático Sammet não mediu
esforços para entreter o público com piadas e inclusive notícias
em primeira mão como a vinda do Metallica ao país ou ainda o
lamento (com fundamento) desta ser a única data no país, onde
o costume é excursionar por quatro ou mais cidades.
Mais uma do novo álbum: Ministry Of Saints.
A julgar que é a música de trabalho deste último CD, o Edguy
conquistou novos adeptos, já que todos cantavam cada palavra
desta música que realmente é ainda melhor (e mais pesada!) ao
vivo. Retornando aos primórdios do Edguy, talvez, o primeiro
grande hit da banda, Vain Glory Opera. Obviamente,
empolgou os fãs antigos!
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Drummer´s
show time: Felix mudou o tema de fundo que usava para
improviso de seus solos e ataca de pirata com uma das músicas
da trilha sonora de Piratas do Caribe. Pride Of Creation,
também do último álbum e sem dúvida a que mais remete ao auge
do metal melódico na banda neste CD, dá continuidade à segunda
metade do show. O público responde com grande empolgação e é
visível que a própria banda ficou surpresa com a recepção desse
tema. Headless Game, uma das minhas favoritas
nesse set escolhido pela banda tem as já tradicionais brincadeirinhas
de Sammet com o público. Save Me, a única balada
do set list, é apreciada pela maioria, mas logo dá lugar a Super
Heroes, música com clipe divertidíssimo, e que com
certeza, agregou muitos fãs ao elgado do Edguy.
Hora do bis, estavam faltando músicas do álbum Hellfire Club,
muitos dos presente ali conheceram a banda com ele e já estavam
se pondo em dúvida se ouviriam algo deste trabalho. Mas já estavam
chegando: Nine Lives do Tinnitus Sanctus encerra
com chave de ouro a divulgação do novo álbum e dá lugar ao grande
encerramento com Lavatory Love Machine, com
Tobby carinhosamente trocando a palavra Brasil da letra por
São Paulo, e King Of Fools, a qual é sempre
bom conferir ao vivo.
CLIQUE
AQUI E VEJA MAIS FOTOS DO EDGUY NO CREDICARD HALL
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AGRADECIMENTOS
- Assessoria de Imprensa Time For Fun
pelo contato e envio de releases, em especial a Sarita
e Paula Machado
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direcionado a nossa equipe, em especial a Luciana Stabile
- Stephany Julia e Renata Petrelli pela excelente
cobertura deste evento |
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