OCEAN
CLUB , SÃO PAULO - SP
Comentários por André Luiz - Edição por André Luiz
Fotos por André Luiz (metalrevolution.net)
Reunindo
bandas anos 80 com outras mais no estilo dark, o Dark Angels reuniu
um público estimado de 650 pessoas no Ocean Club, em São Paulo. Esta
é a terceira edição do festival com participação do Metal Revolution
e posso afirmar que a matéria da última, realizada no início de 2008
é a mais acessada do ano no website, portanto, nem preciso dizer o quão
prazeroso é estar presente novamente no mesmo. Como de costume em eventos
da Gothz Newz, tivemos novidades em termos de bandas que não ficaram
apenas para o lado de covers. Começando pelas bandas de som próprio
Aureah que desfilou um som à Sisters e o Knigths Of Réquiem com seu
lado dark/folk o qual incluiu covers do Lacrimosa no set, passando pela
grata surpresa Johnny No Name, a banda campineira Moonwitchcom sons
do Nightwish, o Trinity em seu show de estréia interpretando Visions
Of Atlantis, o retorno (enfim!) do Outsphere, além das já conhecidíssimas
do público Strange Mode e The Picture e pra variar, eu comentando novamente
uma apresentação do Tragedy Of Memories (rsss). Some a isso um open
bar sem muitos problemas, pista lounge bem movimentada ao som de dj's
carismáticos da cena Tico Curtis, Saposalro, Jack, Filth e Clayton Machado,
finalizamos com mais uma boa edição do Dark Angels.
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A banda que inaugurou a noite
de apresentações no palco princiapl foi justamente uma das novidades
do evento. A banda Aureah com seu estilo auto-intitulado Mystic
Post Punk demonstrou um estilo parecido com Sisters of Mercy,
com destaque para o vocal/guitar Peter Audrey. Completam a formação
Andrew Grodek (K, S), André Murena (B) e Atila (D), a qual interpretou
músicas como Medusa´s Spell e Falling.
Já no palco Dark outra novidade, após apenas dois ensaios lá
estava a Trinity interpretando versões do Visions Of Atlantis.
Até devido esse pouco tempo para integração, Larissa (V), Rodrigo
(V), Luiz Augusto (G), Vitor (G), Felipe (B), Hugo (K) e Luciano
(D) mesmo com um repertório amplo, ainda mostraram um certo
desentrosamento sanado com vibração e uma colinha especial para
vocal 'Laly', destaque da apresentação. At The Back
Of Beyond, Cast Away, My Dark
Side Home, Lemuria, Lost,
Send Me A Light e Wing-Shaped Heart
foram as faixas interpretadas pela banda. E a noite
começou mesmo regada a novidades... O palco Phoenix recebeu
a recém formada Johnny No Name que interpretou com destreza
clássicos dos anos 80 como Lips Like Sugar do
Echo & The Bunnymen. O revezamento nos vocais destaca-se
em meio a tantas faixas que conhecidas do público que retribuiram
participando na apresentação. Já no palco de baixo, com alvoroço
devido abertura do open bar, continuamos a seqüência de estréias
positivas com o Knights Of Réquiem que além de sons autorais,
interpretou em seu estilo próprio petardos do Lacrimosa. Rain,
Copycat e Shadow World foram
algumas das faixas executadas, com destaque para batera feminina,
a vocal estilo Angela Gossow do Arch Enemy com presença forte
de palco e voz rasgada, além da pitada dark-folk de sua sonoridade
com direito a gaita de fole ao melhor estilo escocês. Vamos
para o melhor da noite? O Strange
Mode há muito vem recebendo elogios desto reporter presente
semanalmente no Ocean Club, mas parece que eles não se cansam
de me fazer falar bem da banda, não é possível... rsss João
Barros (K), Cleber Carvalho (G) e Samuel (V) interpretaram petardos
do Depeche Mode como Behind The Wheel, It's
No Good, Just Can't Get Enough e Enjoy
The Silence com maestria intrumental/vocal e uma presença
de palco marcante, para muitos a melhor banda da noite, talves
seja pelo público dançante em plena pista principal, não é mesmo?
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Enquanto o Strange Mode arrebentava
no palco principal, o Moonwitch de Campinas, banda que debutava
no Ocean Club interpretou petardos conhecidos do grande público
de niguém menos que o Nightwish. Pâmela Martins (V), Eduardo
Silva (K), Robson Oliveira (G), Thiago Martins (B), Mayara Silva
(D) e Tiago Idalgo (V) fizeram um bom papel em músicas como
Ever Dream, She Is My Sin,
Nemo e Wishmaster, mas confesso
que senti em muitos momentos a falta da força do vocal masculino
em alguns momentos, aquele contraste que caracteriza o Nightwish.
Retornando a pista Phoenix, novamente um público dançante mas
agora para outra banda já de destaque da cena atual. O The Picture
de Bob (V), Rodney (B) e Mayra (K) levou ao Ocean Club músicas
de destaque do The Cure, sucessos como A Strange Day,
Just Like Heaven, A Night Like This,
Closedown, Inbetween Days,
Lovesong, Play for today,
A Forest e M, a qual mesclada
a presença de palco do vocal Bob fizeram o público presente
dançar como nos idos dos anos 80... Mas como pessoa eclética
que sou, não poderia deixar de me dirigir ao palco Dark para,
aos últimos lampejos do open bar, me deleitar com uma apresentação
que sempre aguardo com ansiedade nos eventos que tenho a possibilidade
de cobrir. O Principle Of Evil, conhecido Cradle Of Filth cover
da cena paulistana, com público cativo e que sempre participa
ativamente ativamente das performances de Predator Filth e cia.,
contrastaram legal os ambientes do Ocean, que se tinha uma pista
de dança no andar de cima, possuiam um verdadeiro inferno na
de baixo. Não tem como não agitar durante um show do Principle,
seja pela força das interpretações, pelos discursos do Predator
ou pela simples empolgação do público que acompanha a banda.
Assim como o citado vocal, Quinho (G), Guiler Sampson (G), Felipe
Myung (B), Estevan Furlan (D), Thiago Metalero (K) e Paula Nogueira
(V) executaram no melhor sentido da palavra petardos como Cthulhu
Dawn, Nemesis, The Principle
Of Evil Made Flesh e Nymphetamine.
Encerrando as apresentações no palco principal, tivemos o retorno,
finalmente do Outsphere, banda que interpreta clássicos oitentistas
e mantiveram o clima contagiante da pista Phoenix. Chris Deviant
(V), Allan Rocha (G), Vinicius Braescher (B) e Thiago Camargo
(D) fizeram uz aos pedidos re retorno da banda, um dos destaques
da noite. Enquanto isso no palco Dark... Confesso que no começo
até que o show foi levado na boa, sem muitos problemas de ordem
vocal, mas da metade pra frente e principalmente no final, aff...
O Tragedy Of Memories interpretou muito bem INSTRUMENTALMENTE
músicas do Within Temptation, novamente tenho que elogiar a
apresentação de André (G/V), Gustavo Lugue (G), Leo (B), Nick
(K) e Adryan (D), mas ao mesmo tempo, pela segunda vez tenho
que excluir dessa citação a vocal Gabrielle Adel (V). Parece
perseguição mas não é, vide a quantidade de pessoas que vieram
conversar comigo ao final do show da banda e até mesmo na portaria,
tentei manter-me firme assistindo a performance mas teve uma
hora que não teve como... A Souldream conseguiu uma boa vocal
para o posto deixado pela Gabrielle, será que a Tragedy Of Memories
gostaria de continuar com performances trágicas? Caso a se pensar...
Apesar dos pesares (ou do pesar rsss), a noite fora agradabilíssima
em termos de qualdiade técnica e presença de palco, até mesmo
na psita lounge a movimentação do público não deixou dúvidas
quanto a qualidade de mais esta edição do Dark Angels, a segunda
e bem sucedida realizada no Ocean Club.
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AGRADECIMENTOS
- Equipe Gothz Newz
pela produção e realização do evento, em especial ao Bruno,
Ernesto, toda equipe de dj's, seguranças e barmen (preciso do nome
de vocês, rsss)
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Bandas
participantes com as quais tive uma boa relação durante a cobertura,
em especial ao pessoal do Trinity, The Picture e Principle
Of Evil
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Público em geral com os quais
tive contato no evento,
em especial a Márcia, Anderson, Raphael, Rê, além de tanta
gente com quem conversei e não sei o nome (pra variar, rsss)
DESCULPAS
- Banda Moonwitch pela ausência de imagens na matéria por
problemas na câmera digital (lá vou eu levar pra manutenção rsss) |
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