08/09/2008 - por Aline Cristine & André Luiz

Em meio a produção do primeiro álbum, além de apresentação no tradicional Vamp Festival e abertura para o Nightwish em Curitiba e Fortaleza, o vocalista Sergio Mazul fala com exclusividade sobre as expectativas da banda.

Cris - Peso, inovação e a interpretação marcante dos integrantes fazem do Semblant uma banda com som único. Isso foi bem aceito pelos fãs dos gêneros doom/gothic/dark?
Sergio Mazul -
Desde o início, nossa proposta foi soar com o máximo de personalidade própria possível. Todos na banda possuem diversas influências e a temática obscura e dark sempre foi o ponto onde essas influências convergem. Pelo retorno excelente que temos tido, percebemos o quanto o público destes gêneros têm nos valorizado, a aceitação tem superado em muito nossas expectativas! Todos os elementos do gótico, da música dark e pitadas de doom metal podem ser encontrados em nosso som, portanto quem gosta de um som mais atmosférico encontrará músicas com as quais se identificará e quem curtir o lado mais extremo destes estilos, também curtirá muitas das músicas. A alquimia entre as mais diferentes formas de se fazer música pesada e ao mesmo tempo, soturna e obscura, é o que buscamos desde o princípio.

Cris - Qual é o conceito do nome do EP “Behold the Real Semblant” e qual a temática das letras em relação ao nome do mesmo? Em relação aos temas abordados nas letras, vocês acreditam que realmente os fãs lêem suas letras e/ou prestam atenção no contexto da história ou a idéia é exatamente essa, estimular com que os fãs procurem sobre os assuntos abordados?
Sergio -
A temática da banda remete diretamente ao caos deliberado em que a sociedade e o espírito humano se encontram. A falsidade de personalidades frágeis sugando e possuindo a honra e a glória que um dia o homem já teve de si próprio e do mundo a seu redor. Somos uma civilização em declínio, um mundo fragilizado pela estupidez e literalmente, a escuridão pode ser notada possuindo até o mais iluminado dos ambientes, desde pequenos sinais a detalhes mais óbvios. Enquanto o homem diz estar no momento de ápice de sua inteligência e a tecnologia gerada por ela, nós dizemos o contrário: a civilização já saiu do apogeu há tempos e se encontra em plena queda livre, para dentro do abismo. A espiritualidade ofuscada pelo materialismo, o brilhantismo e iluminismo, bem como a busca pelo conhecimento, esquecidos por valores banais e limitados. Tentamos elucidar esta visão em nossas músicas através de nossa livre interpretação, mostrando o que é sinistro e sombrio de maneira bela e o belo, da maneira mais descrente possível. Ambos os lados desta dualidade possuem verdades e mentiras, por isso, o nosso símbolo da máscara: nunca se pode compreender totalmente aquilo que não se vê por trás de algo. Deve-se refletir e fazer uso da dedução e interpretação dos detalhes, para o máximo de conhecimento sobre o que se esconde além do semblante. O conceito de “Contemplar o verdadeiro semblante” parte de todo esse princípio. Você acertou duas vezes na pergunta: acreditamos que os fãs leiam sim nossas letras e trabalhamos diversas citações que se forem pesquisadas, poderão ser devidamente interpretadas. Todas as nossas letras, de alguma forma, estão interligadas.

Cris – A banda já se apresentou ao lado do Tristania em Curitiba/PR e foi convidada para ser 'opening act' do Nightwish no Ceará. Como o se deu essa oportunidade e como a banda se sente diante de tal honraria? Há situações em que bandas nacionais pagam altos valores para abrirem shows de bandas internacionais. Gostaria que você falasse sobre isso.
Sergio -
Sim, são os famosos “jabás”, acho que já se tornaram uma realidade em nosso cenário musical, infelizmente. Devido aos altos custos dos shows internacionais, muitos produtores vêem nas bandas de abertura uma forma de obterem mais verba para a realização dos eventos. Se fazem isso, é porque existem muitas bandas que encaram o fato como investimento e pagam o valor pedido sem pestanejar; portanto, não é uma ambição só de quem cobra, quem paga também almeja vantagens e ambos praticam uma visão comercial da coisa. É difícil vermos uma banda receber um convite por mérito de seu trabalho e é justo por este fator que estamos nos sentido infinitamente honrados, felizes e agradecidos por tantas conquistas e apoios. Nossas oportunidades atuais foram as mais honestas possíveis, o produtor do show do Tristania em Curitiba buscou uma banda que “falasse” e soasse compatível com o mesmo público dos noruegueses na cidade e fomos o nome mais cotado pelos conhecidos dele. Toda a produção local do show assistiu a nossa apresentação e nos elogiou bastante, gostaram das músicas e do trabalho com um todo. Como eles já estavam envolvidos diretamente com a tour brasileira do Nightwish, o convite apareceu. Será a estréia do Nightwish em Fortaleza e como estamos no Paraná, bem distante de lá, acharam uma ótima idéia que mostrássemos nosso som por lá e nos concederam tal oportunidade de estrearmos como banda de abertura. Estamos realmente muito felizes e empolgados com isso, é um sonho antigo de todos nós tocar no Nordeste brasileiro!

"É difícil vermos uma banda receber um convite por mérito de seu trabalho e é justo por este fator que estamos nos sentido infinitamente honrados, felizes e agradecidos por tantas conquistas e apoios. Nossas oportunidades atuais foram as mais honestas possíveis, o produtor do show do Tristania em Curitiba buscou uma banda que “falasse” e soasse compatível com o mesmo público dos noruegueses na cidade e fomos o nome mais cotado pelos conhecidos dele (...) Como eles já estavam envolvidos diretamente com a tour brasileira do Nightwish, o convite apareceu." - Sergio Mazul

Cris - O álbum de estréia será intitulado "Last Night of Mortality" e contara com oito faixas inéditas além das três faixas do EP. Como foi o processo de composição desse trabalho ?
Sergio - Foi tranqüilo e sem pressa. Abandonamos diversas composições no meio do caminho, pois vínhamos compondo durante estes quase 3 anos de banda e como tivemos algumas alterações na formação, músicas iam e vinham sem parar. Nos estabilizamos há 1 ano atrás e desde então encontramos a sinergia que tanto buscávamos. O que pudemos alterar nas antigas músicas para nossa identidade de hoje alteramos e para aquilo que não achamos saída, abandonamos. Trabalhamos de forma extremamente decidida: todos estão 100% satisfeitos com todas as músicas presentes no debut, esse era o nosso foco desde o início e posso dizer que atingimos nossa meta! Estamos finalizando algumas coisas para podermos entrar no processo de mixagem e masterização, atualmente
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André – Recordo de sua participação na edição anterior do Vamp Festival com a banda Maelstrom... Qual a situação atual da banda? Como você encara essa diferença de sonoridade entre ambas?
Sergio - A Maelström entrou em uma pausa, um ‘stand by’ sem hora para acabar. Esta inércia foi necessária, alguns membros estavam com problemas complicados em suas vidas pessoais. O show no Vamp Festival em 2007 foi nossa última apresentação ao vivo. Encaro as diferenças muito tranquilamente! Na Maelström, procuramos unir elementos de bandas e artistas que adoramos, do clássico ao moderno: de Fields of the Nephilim e The Sisters of Mercy a Dimmu Borgir e Moonspell, por exemplo. O Alexandre Cegalla (guitarrista) sempre foi o principal compositor e somando as influências dos demais membros, a banda ganhou uma identidade muito própria, em minha opinião. Na Semblant não é diferente, encontramos uma forma de fundir tudo o que gostamos em um som único, por isso não acho que, no conceito, as bandas tenham tanta diferença entre si. Claro, a voz da Katia e a forma como ela canta nos dão uma dimensão muito maior na Semblant, além do peso das guitarras do Roberto, o trabalho de bateria do Cândido, a maneira do Leonardo incluir o baixo e as ambiências do Guto. O Guto tocava comigo na Maelström, mas na Semblant ele mostra muito mais do seu modo de fazer música.

André & Cris – A banda possui uma linha instrumental que mescla técnica e peso, mas além disso prima na parte vocal com o contraste de sua voz (seja em tons estilo death metal ou mais limpos) com a de Katia Shakath e ainda conta com alguns corais. Como se deu a estabilização da banda desde seu comecinho

no final de 2005 até os dias atuais e sua influência na sonoridade atual da Semblant?
Sergio -
Passamos por algumas formações até nos fixarmos na atual. Foi questão de visão musical mesmo, não encaramos a banda como diversão de final de semana ou hobby nas horas vagas, levamos tudo muito a sério, trabalhamos pesado em nossos empregos para podermos investir em equipamentos e materiais de qualidade; a banda é e sempre será a prioridade absoluta para cada um da formação atual, estável há pouco mais de 1 ano. As características que vocês citaram são oriundas do resultado que tivemos com os membros atuais, do esforço de cada um deles e da dedicação de todos. Instrumentalmente falando, o Cândido vem de uma vertente de bateria muito técnica e progressiva, com pegada forte, o Roberto Hendrigo prima por guitarras de 7 cordas trabalhadas e com muitíssimo peso, influenciado por bandas como Nevermore e Fear Factory, o Léo (baixista) vem de um escola progressiva mais “avantgarde” com bandas como Opeth e My Dying Bride e o Guto sempre adorou orquestrações e ambiências mais dark como as encontradas nos discos do Mortiis, Cradle of Filth, Graveworm e Agathodaimon em fusão com vertentes mais eletrônicas, até trilhas de cinema. Sobre as vozes, no meu caso, sempre me influenciei por diversas vertentes. Desde música clássica, trilhas sonoras de filmes e os próprios filmes em si e no caso de bandas e vocalistas, são tantos que nem vale à pena citar. Hora soa gótico clássico como nos anos 80 ou doom, hora soa Black e Death metal, hora soará industrial, hora soará heavy, hora thrash e hora parecerá mais operístico mesmo, como é o caso dos coros; tudo caminha conforme a interpretação individual de cada som, mesmo. A Katia também sempre foi versátil em suas influências, que passeiam por bandas e cantoras de rock, metal, gothic e música eletrônica... o resultado é esse que vocês podem conferir em nosso primeiro EP e conferirão ao vivo, uma voz feminina forte e potente, bem própria dela!

André – Já nessa edição do festival, a Semblant integra o cast ao lado de nomes como Ravenland, A Industrya, Maldita, entre outras. Como se deu o convite? Comente um pouco sobre a expectativa para o primeiro show em São Paulo e sua relação com outros participantes do evento. (podemos esperar uma jam com seus amigos da Ravenland no palco do Serra Palace?)
Sergio -
Mantive contatos freqüentes com a organização do evento desde o show do Maelström no ano passado e conheço as bandas do cast, como os amigos das bandas Ravenland e A Industrya. Todos nos deram força e apoiaram a idéia de uma estréia do Semblant no estado de São Paulo neste grande evento! Sou muito agradecido pela honra deste convite e tanto o Bruno da organização do Vamp Festival, como os demais produtores do evento e bandas da noite, podem esperar o melhor de nós nesta noite que promete muito! Ah, pode acreditar que tudo é possível. O Dewindson, vocalista da Ravenland, é alguém que considero um grande amigo e o Valter do projeto A Industrya também, como já falei. O Valter Sangregorio da Industrya sempre vem para Curitiba/PR se apresentar em eventos daqui e temos inclusive um projeto juntos em uma música. É algo que deve sair para breve, seja em nosso cd ou em algum outro meio de divulgação! O Semblant e Ravenland possuem outras datas de shows em conjunto sendo confirmadas. Como eles possuem influências que entram em sinergia com as nossas, é possível sim que nos juntemos para umas “dark jams” e que toquemos juntos! Tocamos covers de bandas similares e temos um estilo próprio que converge. Seria ótimo, já que adoro o som da banda e sei o quanto são profissionais. Vamos ver o que acontece! O Maldita conheço há muito tempo, uma banda que vem se destacando cada vez mais e quebrando paradigmas na mídia brasileira e na música brasileira, mesmo. Acho o trabalho deles genial e assim como as demais bandas que você citou e as outras que tocarão na mesma noite em 2 palcos, será uma honra dividir nossa apresentação em meio à tantas outras apresentações que prometem ser excelentes!!!

Cris - Como está sendo o trabalho junto ao artista gráfico e designer Gustavo Sazes, da ABSTRATA (www.abstrata.net)?
Sergio -
O Gustavo trabalha conosco desde o início do conceito da banda. Criamos juntos nossa logomarca e símbolo, bem como nosso primeiro mini-site na internet. Hoje estamos passando para uma segunda etapa e estamos indo com calma, valorizando cada detalhe. O trabalho contará com uma ação conjunta do fotógrafo paranaense Lucas Rachinski na composição e manipulação de imagens. Trabalharemos entre capa, site, myspace e encarte todo o conceito do álbum “Last Night of Mortality”, transcendendo um pouco o conteúdo lírico e chegando em imagens. Logo anunciaremos e mostraremos alguns primeiros sinais de como tudo está ficando, sem dúvida.

"Mantive contatos freqüentes com a organização do evento (Vamp Festival) desde o show do Maelström no ano passado e conheço as bandas do cast, como os amigos das bandas Ravenland e A Industrya. Todos nos deram força e apoiaram a idéia de uma estréia do Semblant no estado de São Paulo neste grande evento! Sou muito agradecido pela honra deste convite e tanto o Bruno da organização do Vamp Festival, como os demais produtores do evento e bandas da noite, podem esperar o melhor de nós nesta noite que promete muito!" - Sergio Mazul

Cris - Com relação a influência da Internet no meio musical, você acha que a banda sai perdendo ( em relação aos downloads) ou ganhando (em relação a ter uma maior divulgação)?
Sergio -
Acho que para bandas independentes como nós, a Internet é a ferramenta de maior poder de divulgação disponível. Uma forma gratuita de trocar contatos e conversar com pessoas do mundo todo, apresentando nosso trabalho e propagando nossas músicas para outros países. Ao contrário do que todos vem dizendo, não acho que o CD, DVDs e outras mídias comercializadas irão cair por terra. A internet não tirou o jornal, revistas ou livros de circulação por exemplo, porque sempre haverá uma grande maioria que defende aquilo que é tangível, palpável e não meramente virtual. O que aconteceu é uma evolução: o mercado fonográfico se vê obrigado a baixar preços, caprichar nos lançamentos com edições especiais como digipacks, digibooks, VCDs, CDs e DVDs em edições conjuntas, enfim, o fã acaba tendo uma variedade muito mais atrativa. Particularmente, ouço tudo o que posso na internet e aquilo que me agrada eu adquiro em CD ou DVD original. Me considero um colecionador, pois procuro ter tudo original de minhas bandas e artistas favoritos. Defendo fervorosamente a questão do CD original, mas jamais condenarei os downloads: eles são uma opção para conhecer e experimentar diversos materiais, inclusive, raros e inalcançáveis. São uma força imensa para bandas independentes, que só têm a ganhar com eles e acredito que os CDs/DVDs originais poderão sobreviver em harmonia no mercado com os downloads, sim.

Cris - O cenário brasileiro é muito grande, mas ao mesmo tempo, poucas bandas conseguem sucesso realmente internacional. Por que isso acontece, na opinião da Semblant?
Sergio -
Vivemos em um país aonde infelizmente, o incentivo cultural se encontrada extremamente limitado, apenas estilos plásticos e populares que são divulgados em canais abertos de TV por programas de maior IBOPE ganham espaço. Temos uma produção multicultural fervorosa mas não temos no Brasil um “braço” de apoio por parte de seus dirigentes. Lá fora é tudo mais fácil: a música na Suécia, por exemplo, é um dos principais produtos de exportação. Isso acontece porque o Governo de lá, além de ceder condições sociais muito melhores para seu povo, acredita nas manifestações artísticas diversas, mesmo as não populares ou “mainstream”. Para nós, é tudo mais difícil. Dependemos de iniciativas fortíssimas e louváveis de veículos como a Roadie Crew, o Stay Heavy, portais/sites como o de vocês, produtores de shows, gravadoras/selos nacionais, distribuidoras e outros que suam a camisa. Sem a força de vontade dessa grande família que é o Underground seria impossível almejar uma continuidade em trabalhos ou projetos de forma séria. Empenho, perseverança, força de vontade, visão, garra, superação, sabedoria no lidar com dificuldades e muita sorte. Estas características sem dúvida estiveram com grupos como Sepultura, Angra, Torture Squad e Krisiun desde o início.

André – Ultimamente casas como o Curitiba Master Hall e principalmente a Hellooch tem recebido bandas de renome internacional, transformando a capital paranaense em rota obrigatória das principais tours dos últimos anos. Na sua visão, qual o motivo para essa maior visibilidade à cidade com relação a Rio de Janeiro e Belo Horizonte que hoje em dia vêem seus apreciadores de música excursionando para São Paulo, Porto Alegre e a própria Curitiba?
Sergio - O reconhecimento e a presença do público, que vê nestes shows a oportunidade única de apreciar e ver seus ídolos de perto. Se os shows lotam, os produtores se motivam a trazer mais e mais bandas de renome. Não sei como andam as outras capitais, mas aqui os shows tem ido mesmo muito bem. Lógico, vejo que alguns shows infelizmente não acabam tendo um bom público, mas felizmente, a grande maioria tem tido presença numerosa do público. Casas e espaços excelentes como Curitiba Master Hall, Hellooch e Ópera1 que você bem citou acabam mesmo motivando este giro de grandes shows com estrutura por aqui. Que continue assim e que em todas as cidades a coisa caminhe desta forma. Todos ganham com isso!

André - Você produz eventos através da Neural Machine Productions em Curitiba. Comente sobre a proposta da produtora e como vem evoluindo a cena alternativa paranaense em casas como o Opera 1, Hangar entre outras...
Sergio -
A produtora tem a proposta de dar oportunidade para as bandas que permeiam o Underground curitibano e que geralmente não tem oportunidade de tocar em um bom local, com boa divulgação e qualidade. Também a proposta de trazer bandas e iniciativas de renome nacional e internacional para Curitiba, colocando a cidade em link direto com tudo o que acontece em nosso cenário musical. A cena alternativa paranaense teve um grande “renascimento” nos últimos anos, visto que passamos por uma fase de estagnação total sem bares ou casas de show que dessem espaço ao Metal, ao Rock e todas as suas vertentes. Como várias pessoas independentemente umas das outras tomaram coragem e fomentaram iniciativas, estou fazendo a minha parte junto com o Pedro Machado, meu sócio na produtora para que possamos efervescer ainda mais este grande movimento musical que está dominando Curitiba. Estamos mantendo este trabalho já há 5 anos, sem desanimar jamais e tendo uma rotatividade de até 4 eventos por mês, muitas vezes. É gratificante demais saber que estamos ajudando o cenário curitibano e paranaense a ganhar cada vez mais força! Todos ganhamos com isto. Para que todos conheçam mais meu trabalho com produção artística e cultural, acessem o site www.neuralmachine.com

André – Quais bandas locais você recomendaria ao pessoal de outros estados?
Sergio - Ah, são muitas. Sarx Thanatos, A Tribute to the Plague, Tritura, Eternal Sorrow, Machinery, Anmod, Harvest, Fire Shadow, Livin Garden, Serenade in Darkness, Deathning, Disharmonic Fields, Nahtaivel, Zigurate, Sacredeath, Terrorzone, Redtie, Sad Theory, Moonshine, Lachrimatory, Doomsday Ceremony, Jailor, Beltane, Nocturnal Scream, Everlasting, Ayat Akrass, Last Sigh, Epilepsia … acho que daria para passar um dia inteiro falando de grupos que merecem destaque e mantém o cenário local fervendo.

André – Deixe seu recado ao grande público.
Sergio - Espero que todos vocês que estejam lendo esta entrevista, possam comparecer no Vamp Festival dia 13 de setembro. Prometemos um grande show recheado de boas surpresas e esperamos poder compartilhá-las com todos vocês. Nós do Semblant convidamos a todos também para que escutem nosso primeiro EP no www.myspace.com/semblant, que mantenham contato conosco e que fiquem atentos ao álbum “Last Night of Mortality” que lançaremos ainda este ano. Será o ápice desta nova primeira grande fase que estamos vivendo e esperamos poder dividir este triunfo com cada um de vocês, apoiadores do Underground e da boa música! Obrigado pela atenção e contemplem o verdadeiro semblante!

André & Cris – Obrigado pela entrevista, aguardamos mais shows da Semblant em breve.
Sergio -
Obrigado a vocês pela oportunidade e pela ótima entrevista, um forte abraço de todos do Semblant ao grande site Metal Revolution, parabéns pelos 5 anos de dedicação e trabalho!