04/09/2008 - por Thiago Rahal

Novo álbum, produção bombástica, fatos curiosos, novidades sobre shows e turnês, essa é a banda MindFlow que está lançando o álbum Destructive Device em todo o Brasil. Confira esta entrevista exclusiva com todos os integrantes da banda.

Thiago Rahal - Antes de começar, gostaria mais uma vez de agradecer por esta entrevista. A terceira se não me engano sendo praticamente uma por álbum lançado e espero que vocês não pensem, lá vem esse cara chato (no bom sentido é claro) de novo com perguntas enormes e capciosas (risos).
Rodrigo Hidalgo -
É sempre um grande prazer participar do Metal Revolution!

Thiago - Começo perguntando sobre a turnê americana que vocês realizaram nos últimos dois meses. Qual foi a resposta dos fãs nortes americanos para com a banda MindFlow?
Rodrigo Hidalgo -
Essa foi nossa segunda passagem pelos EUA e não poderia ter sido melhor. Todos que estiveram na última turnê foram nos assistir de novo e tivemos uma ótima estrutura. O MindFlow tem uma química com o público americano, é muito rápida nossa conexão com eles, nos sentimos em casa.

Thiago - Por terem já realizado diversos shows nos Estados Unidos, o que vocês poderiam falar sobre a cena local. O Heavy Metal ainda inspira bons públicos por lá?
Rodrigo Hidalgo -
A cena é muito boa e profissional. Eles respiram rock. É a musica popular deles e as bandas são muito boas. Sempre casa cheia!

Thiago - Seguindo essa linha de raciocínio, a produção de Ben Grosse (Disturbed, Slipknot, Marilyn Mason, Megadeth) para o novo álbum Destructive Device ajudou na promoção do disco em terras americanas e européias?
Rodrigo Hidalgo -
Lançaremos o Destructive Device nos EUA em Janeiro de 2009, mas já percebemos o grande interesse do público. Ficamos surpresos com o grande aumento de visitas no nosso Myspace www.myspace.com/letyourMindFlow

Thiago - Das bandas que ele produziu, com quais delas vocês mais se identificam e se possível digam os discos que ele trabalhou que se parecem ao Destructive Device?
Rodrigo Hidalgo -
Sempre admiramos todos os trabalhos do Ben. A maneira com que ele enxerga a essência da música e como ele conduziu a sonoridade do MindFlow criaram uma identidade muito especial. Acho que o Ten Thousand Fists do Disturbed em termos de som se assemelha ao Destructive Device.

Thiago - Ao escutar o novo álbum percebo uma clara evolução da banda, tendo como principal característica à definição de um som próprio, mais orgânico e criativo. Comparando os três discos vejo que no primeiro o grupo buscava uma aceitação maior do público mais progressivo, já no segundo a banda explorou um pouco do peso e das viagens pirotécnicas. No terceiro álbum, vocês criaram uma marca muito próxima do que seria o MindFlow, estou correto? Um som bem marcante com bastante riffs, peso, melodias, ou seja, uma “salada metálica” se assim podemos chamar.
Rodrigo Hidalgo -
Nossa intenção, desde o primeiro álbum foi agradar a nós mesmos. Fazemos o que nos parece certo em cada momento de nossas vidas. Neste disco procuramos fazer a música que nos traga prazer em tocar. Considero este o melhor trabalho do MindFlow. Estamos muito orgulhosos!

Thiago - Outra coisa que percebo nos discos do MindFlow são as diversas formas de audição presentes em suas músicas, explico: sempre quando pego um disco para escutar com atenção o escuto de três formas. No som de casa, no fone de ouvido e no carro e em todas elas o ouvinte percebe coisas difere-

ntes, tem outros sentimentos e isso eu acho muito importante, a que vocês atribuem isso?
Rodrigo Hidalgo -
Sempre trabalhamos as músicas em detalhes e gostamos de inserir elementos que só sejam percebidos depois de algumas ouvidas. Acho que enriquece o trabalho tornando-o mais interessante para o ouvinte.

Thiago - Uma coisa legal e que me impressionou neste álbum foi o peso das guitarras. Foi proposital isso ou foi algo que vocês sempre queriam, mas precisava adaptar o tipo de música que a banda sempre tocou ao peso característico do heavy metal?
Rodrigo Hidalgo -
A proposta do disco pediu o peso das guitarras. Tive a oportunidade neste disco, devido às composições, de mostrar um lado bem agressivo e que me identifico bastante.

Thiago - Vamos falar das músicas agora. A primeira canção do álbum é a faixa titulo Destructive Device que já tinha saído no MySpace e no single Breakthrough. Ela tem um refrão pegajoso, com uma pegada e grooves interessantes. Aproveito para perguntar ao mesmo tempo dar um palpite: ela será a música de abertura dos shows que a banda fará pelo Brasil e por todo o mundo?
Rodrigo Hidalgo -
Na última tour nos EUA esta música abria o show, mas isso é uma coisa que gostamos de variar... Adoro esta música, pois ela tem uma energia contagiante e já mostra a cara do MindFlow na hora. Boa pra ouvir bem alto!

Thiago - A música Lethal pode ser considerada como a mais pesada do álbum, em minha opinião é claro. Qual foi a inspiração para a criação do riff inicial?
Rodrigo Hidalgo -
Esse é um daquele riffs que nascem do nada e na hora você já sabe que ele vai funcionar. Lethal é uma música especial. Durante um ensaio começamos a tocar e ela nasceu naturalmente. Parecia que ela já estava dentro de cada um de nós.

Thiago - Ainda sobre esta canção podemos perceber alguns vocais guturais uma novidade na história do MindFlow estou correto? Vocês pensam em misturar ainda mais esse estilo vocal no grupo, ou foi só uma experiência?
Rodrigo Hidalgo -
Acho ótimo podermos fazer estas experiências e passear por várias tendências. A proposta do MindFlow nos possibilita isso.

Thiago - Breakthrough talvez seja a música mais radiofônica já criada pela banda até hoje, mas não a considero uma balada melosa e forçada, pelo contrário. Qual a resposta para esta canção? Ela será utilizada em rádios, programas de televisão, etc.? Potencial para isso ela com certeza tem.
Rodrigo Hidalgo -
Breakthrough caiu no gosto dos fãs imediatamente! É muito legal tocá-la ao vivo e sentir a resposta do público.

Thiago - Um dos destaques do álbum sem dúvida nenhuma são as artes gráficas e os formatos das caixinhas. Vocês colocaram dois formatos que os colecionadores adoram, o digipak e o slipcase. Fora o encarte que conta com belas fotos, detalhes sobre os membros da banda, etc... Vocês fazem isso por respeito aos fãs ou também por serem colecionadores?
Rafael Pensado -
Podemos dizer que ambos! Desde o álbum Mind Over Body tivemos vontade de explorar os formatos de embalagem e sempre mantivemos a mente aberta a como poderíamos relacionar essa embalagem com a gana criativa do MindFlow além da música.

Thiago - Vocês vão manter os preços baixos de seus álbuns, assim como fizeram nos anteriores?
Rafael Pensado -
Sem dúvida. Isso é algo que podemos fazer porque a distibuição nacional é praticamente toda feita pela nossa produtora, Unlock your Mind Productions, como cortamos o custo do distribuidor podemos repassar ao lojista por um valor bem mais baixo, conseqüentemente chega ao consumidor final com um preço muito mais acessível.

Thiago - Batendo nessa tecla sobre os colecionadores, vocês como músicos experientes e que com certeza tem influências de grandes bandas, procuram comprar esse tipo de material das bandas favoritas? Aproveitam as viagens para fora do país pra isso?
Rafael Pensado -
Compro sempre que tenho a chance, claro que respeitando os padrões “humanos” de valores, mas gosto muito de comprar discos, DVDs, e material on-line. Quando viajamos sempre acabamos encontrando algo inédito.

"A proposta do disco pediu o peso das guitarras. Tive a oportunidade neste disco, devido às composições, de mostrar um lado bem agressivo e que me identifico bastante." - Rodrigo Hidalgo

Thiago – O Minflow foi uma das primeiras bandas brasileiras a liberar suas canções de graça na web. Vocês perceberam uma queda nas vendas do disco por causa disso? Se não, como explicar esse feito?
Rafael Pensado -
Naquele momento, pra nós foi ótimo! Aumentamos muito nossa base de público, que às vezes não adquiriria o disco não por não comprá-lo, mas por não ter acesso a ele. Muitas cidades do interior de todo o país passaram a ter acesso ao disco apenas por um web link. Percebemos que muitas pessoas baixam o disco para um Mp3 player em que às vezes as músicas estão em baixa qualidade. No nosso site elas baixam diretamente do fornecedor em alta qualidade. Foi uma atitude muito boa para nós, e pelo contrário do que parece, vendemos mais disco com essa ação devido ao fato do fã querer o disco original, pelo jogo que rola dentro do disco, site e pela embalagem que chama muito a atenção.

Thiago - A música Under An Alias começa com alguns sons peculiares de programas de computadores, eles teriam alguma ligação com o titulo do álbum Dispositivo de Destruição?
Rafael Pensado -
Não só Under An Alias, mas tudo ligado a esse disco tem uma ligação com Destructive Device, até o ouvinte! Isso é algo interessante, sempre que o ouvinte repetir a audição, e rever o encarte, perceberão algo que não havia reparado ainda, ficamos extremamente felizes com o resultado desse novo disco!

Thiago - O disco conta com 12 faixas, sendo duas delas pequenos trechos de “conversas”. Elas me lembraram diálogos dos clássicos filmes de terror, como exemplo o Massacre da Serra Elétrica. Qual a importância dessas faixas para o contexto geral do álbum?
Rodrigo Hidalgo -
As duas faixas do álbum são experiências binaurais onde você é uma das vítimas de um psicopata. O áudio é 3D, ou seja, você tem a nítida impressão que está na sala junto com o torturador. Você deve ouvir estas faixas com fone. É emocionante!

Thiago - Vocês gostam deste tipo de filme? Já pensaram em criar um disco com letras somente deste estilo, algo parecido como o King Diamond faz?
MindFlow -
As letras completam o jogo FOLLOW YOUR INSTINCT. A idéia do MindFlow é sempre oferecer algo a mais para o público, não só a música mas uma experiência completa.

Thiago - Como parte do pacote do novo álbum os fãs ganharam a segunda versão do game FOLLOW YOUR INSTINCT. Quem teve a idéia desse jogo e a importância de se interagir cada vez mais com os fãs?
Rodrigo Hidalgo -
No Mind over Body, incluimos secretamente a primeira edição do ARG (Alternate Reality Game) FOLLOW YOUR INSTINCT . Mais de 3.000 pessoas participaram do ARG que durou 1 ano e 3 meses. As pistas estavam por toda à parte desde passagens musicais, e-mails, sites, gravações misteriosas, fotos e principalmente em uma história em quadrinhos que vinha com o disco da banda. Agora no DESTRUCTIVE DEVICE, liberamos a continuação da saga: FOLLOW YOUR INSTINCT 2.0 – J.A.C.K. O novo site da banda ( www.MindFlow.com.br ) se transformou na Agência de Inteligência e o disco agora é a pasta de evidências dos novos crimes do serial killer que inclui até um pôster para o início das investigações. Existe também uma seção dentro do site da banda (www.MindFlow.com.br/followyourinstinct ), onde você pode explorar ambientes em que o assassino foi visto pela última vez, procurar pistas, enviá-las para o laboratório e receber laudos técnicos para montar seu caso.

Thiago - Os timbres de todos os instrumentos estão excelentes neste álbum. O quão estressante e complexo se deve a busca pelo timbre perfeito, pelo tipo de som que cada música realmente pede?
Rodrigo Hidalgo -
Os timbres dependem muito do arranjo. A busca é encontrar o timbre que funcione junto com os timbres dos outros instrumentos. Às vezes uma guitarra parece ruim sozinha, mas dentro da música ela faz toda a diferença. É uma busca cuidadosa e delicada, mas decisiva para tornar a música interessante.

Thiago - Esta pergunta é para o Ricardo Winandy. Seu estilo de tocar me lembra muito o atual baixista do Metallica, Robert Trujillo. Ele é uma influência sua? Você não é um baixista comum, não acompanha somente a bateria, mas sim transforma o baixo em um instrumento solo em suas músicas...
Ricardo Winandy -
Sim, Robert Trujilo, o Metallica e a banda do Ozzy Osbourne são grandes influências para mim.

Thiago - Para o Rafael Pensado. Você já parou para pensar que está se transformando em um dos maiores bateristas do Brasil? Seu kit de bateria, sua forma de tocar, realmente impressionam. Já te disse isso pessoalmente, mas a forma que você toca bateria mostra o prazer que você tem em tocá-la. Quais são suas influências principais de bateristas e a que você atribui estas qualidades?
Rafael Pensado -
Muito obrigado pelas gentis palavras! Por mais lisonjeador que isso soe para os meus ouvidos, realmente não vejo as coisas assim, acho que o que me dá mais prazer em tocar bateria é porque é realmente algo muito prazeroso para mim, poder se expressar através dos tambores é algo totalmente primitivo e que mantém o meu espírito vivo, sinto que quando o MindFlow está no palco uma carga de energia muito forte transborda do palco e chega ao público, e essa é uma troca constante, acho que isso é algo que faz com que o MindFlow cresça cada vez mais, isso é resultado de uma química muito forte entre os membros da banda e honestidade musical, o que se sente num show do MindFlow, pode ser algo sem definição, mas é verdadeiro. Como influências tenho muitos ídolos, nem todos bateritas, por incrível que pareça um baterista pode aprender muito com um guitarrista ou um vocalista, pois existem os músicos que admiro pela qualidade musical, outros pela criatividade e outros pela simplicidade. Alguns dos meus músicos inspiradores são: Neil Peart, Mark Knopfler, Dave Grohl, Carlos Ezequiel, poderia citar uma lista sem fim, mas hoje em dia esses são os que mais me inspiram. Muito obrigado pela pergunta.

Thiago - Para o Danilo Herbert. Você tem uma voz peculiar, presença de palco interessante e teatral. Como você cuida de sua voz durante os shows? Quem te inspirou quando você ainda era apenas um fã de heavy metal?
Danilo Herbert -
Primeiramente Thiago, muito obrigado pelas palavras! Naturalmente, quando uma pessoa canta, ela está usando vários músculos ao mesmo tempo, portanto, a primeira preocupação que se deve ter quando se pisa em um palco é estar com o corpo muito bem descansado, quanto melhor o sono, melhor será o rendimento da voz. Mas quando se tem de fazer shows em seguida durante vários dias, o sono às vezes fica em segundo plano, e é aí que a técnica vocal entra: para que você obtenha o máximo da sua voz com o mínimo esforço possível. Por isso, quando estou em situações como esta (vários shows e poucas horas de sono), eu tento me preservar ao máximo, a começar com uma alimentação boa e leve, o uso da voz também deve ser reduzido fora da performance, ou seja, tento me comunicar com o menor número de palavras possível! Em certas ocasiões até a mímica é válida! (Rs!) Pode parecer bobeira, mas esses cuidados realmente fazem diferença em situções extremas. Como um bom fã de Metal, posso dizer que em minhas primeiras influências estão todos os vocalistas clássicos desse estilo: Ozzy Osborne, Bruce Dickinson, Rob Halford, Geoff Tate, etc. Mas como músico, procuro estudar vários outros estilos que não o próprio metal e com isso posso dizer que outros vocalistas também foram e são relevantes para mim na hora de compor e cantar: Mike Patton, Ian Gillan, Jon Anderson, Seal, Ian Anderson, entre muitos outros.

Thiago - Para o Miguel Spada. Os teclados são realmente importantes para o MindFlow. Primeiro porque eles fazem o papel de uma segunda guitarra, além de incorporarem sons inusitados e que engrandecem as músicas. Qual estilo você prefere tocar, o limpo (piano) ou com efeitos e porque?
Miguel Spada -
Não há estilo preferido, pois gosto igualmente dos dois modos. Na minha visão o que há é a necessidade para determinada parte de uma música e dependendo do que a música pede, uso um ou outro.

Thiago - Para o Rodrigo Hidalgo. Perguntei sobre a busca pelo timbre anteriormente, mas especificamente da guitarra como essa busca funciona? Você primeiro cria o riff e depois as melodias, solos, etc... ou depende muito da ocasião?
Rodrigo Hidalgo –
Depende, às vezes uma música nasce de um timbre que faz você criar uma melodia e depois você acrescenta um riff para a sustentação da idéia toda... Não existe uma regra.

Thiago - Por falar em shows, quais as surpresas para este ano? Pretendem tocar o disco na íntegra em alguns shows? Pretensões para shows na Ásia e Europa?
Ricardo Winandy -
Dia 13 de Setembro (Sábado) vamos fazer um show especial no Manifesto Bar, em São Paulo. Vamos tocar além do novo álbum “Destructive Device” na íntegra, as músicas mais pedidas dos CDs anteriores. Acabamos de voltar em Julho de uma turnê com mais de 10 shows nos EUA e estamos negociando nossa volta para a Ásia e Europa em 2009.

"Nossa intenção, desde o primeiro álbum foi agradar a nós mesmos. Fazemos o que nos parece certo em cada momento de nossas vidas. Neste disco procuramos fazer a música que nos traga prazer em tocar. Considero este o melhor trabalho do MindFlow. Estamos muito orgulhosos!" - Rodrigo Hidalgo

Thiago - Tenho percebido que o nordeste está voltando à cena do Heavy Metal, tanto nacional como internacional o que vocês tem a dizer sobre este canto do país que ficou carente de grandes bandas por algum tempo...
Ricardo Winandy -
O público do Nordeste é ótimo, tanto em freqüência nos shows como em participação. Eles são sempre “quentes” como o lugar onde moram. Nos shows que já fizemos lá fomos muito bem recebidos e pretendemos voltar ainda esse ano. Acho que a região está voltando à cena por ter sido redescoberta.

Thiago - Planos para gravações de dvds, ou algum álbum ao vivo?
Ricardo Winandy -
Estamos ansiosos para gravar um DVD ao vivo aqui no Brasil, mas ainda não temos planos concretos para isso.

Thiago - Com três álbuns lançados e diversas turnês pelo mundo, não é possível que não exista algum caso engraçado, inusitado ou até mesmo curioso que tenha acontecido com a banda durante todo esse tempo.
Ricardo Winandy -
Realmente tiveram muitas situações inusitadas nesses anos. Uma vez, voltando de um show na Bélgica para a Inglaterra, depois de uma parada num posto de gasolina, o Hidalgo que estava numa das vans, perguntou para mim e o Pensado, que estávamos em outra, se o vocalista, Danilo, estava com a gente. E não estava. Isso depois de uns 50 km da última parada. Tivemos que fazer a volta, e encontramos o Danilo lá, tirando fotos das vacas, borboletas, etc, na maior calma! Essa é uma das muitas que tiveram.

Thiago - Para terminar esta entrevista, qual dos cinco integrantes do MindFlow merece ser caçado (Wanted) por todos (risos).
Ricardo Winandy -
Os fãs já conhecem, quem ainda não conhece vale a pena entrar no site para conferir (www.MindFlow.com.br/followyourinstinct): J.A.C.K.

Thiago - Nós do Metal Revolution agradecemos por mais esta entrevista e deixamos este espaço para vocês.
Ricardo Winandy -
Muito Obrigado pela oportunidade, confiram o site novo www.MindFlow.com.br , com o novo jogo, “Follow Your Instinct”, e não esqueçam de pedir o seu adesivo grátis! E KEEP FLOWING...