Novo
álbum, produção bombástica, fatos
curiosos, novidades sobre shows e turnês, essa é
a banda MindFlow que está lançando o álbum
Destructive Device em todo o Brasil. Confira esta entrevista exclusiva
com todos os integrantes da banda.
Thiago Rahal
- Antes de começar, gostaria mais uma vez de agradecer
por esta entrevista. A terceira se não me engano sendo
praticamente uma por álbum lançado e espero que
vocês não pensem, lá vem esse cara chato (no
bom sentido é claro) de novo com perguntas enormes e capciosas
(risos).
Rodrigo Hidalgo - É sempre um grande prazer participar
do Metal Revolution!
Thiago - Começo perguntando
sobre a turnê americana que vocês realizaram nos últimos
dois meses. Qual foi a resposta dos fãs nortes americanos
para com a banda MindFlow?
Rodrigo Hidalgo - Essa
foi nossa segunda passagem pelos EUA e não poderia ter
sido melhor. Todos que estiveram na última turnê
foram nos assistir de novo e tivemos uma ótima estrutura.
O MindFlow tem uma química com o público americano,
é muito rápida nossa conexão com eles, nos
sentimos em casa.
Thiago - Por terem já
realizado diversos shows nos Estados Unidos, o que vocês
poderiam falar sobre a cena local. O Heavy Metal ainda inspira
bons públicos por lá?
Rodrigo Hidalgo - A cena é muito boa e profissional.
Eles respiram rock. É a musica popular deles e as bandas
são muito boas. Sempre casa cheia!
Thiago - Seguindo essa linha de raciocínio, a produção
de Ben Grosse (Disturbed, Slipknot, Marilyn Mason, Megadeth) para
o novo álbum Destructive Device ajudou na promoção
do disco em terras americanas e européias?
Rodrigo Hidalgo - Lançaremos o Destructive Device
nos EUA em Janeiro de 2009, mas já percebemos o grande
interesse do público. Ficamos surpresos com o grande aumento
de visitas no nosso Myspace www.myspace.com/letyourMindFlow
Thiago - Das bandas que ele
produziu, com quais delas vocês mais se identificam e se
possível digam os discos que ele trabalhou que se parecem
ao Destructive Device?
Rodrigo Hidalgo - Sempre admiramos todos os trabalhos
do Ben. A maneira com que ele enxerga a essência da música
e como ele conduziu a sonoridade do MindFlow criaram uma identidade
muito especial. Acho que o Ten Thousand Fists do Disturbed em
termos de som se assemelha ao Destructive Device.
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Thiago
- Ao escutar o novo álbum percebo uma clara evolução
da banda, tendo como principal característica à
definição de um som próprio, mais
orgânico e criativo. Comparando os três discos
vejo que no primeiro o grupo buscava uma aceitação
maior do público mais progressivo, já no
segundo a banda explorou um pouco do peso e das viagens
pirotécnicas. No terceiro álbum, vocês
criaram uma marca muito próxima do que seria o
MindFlow, estou correto? Um som bem marcante com bastante
riffs, peso, melodias, ou seja, uma “salada metálica”
se assim podemos chamar.
Rodrigo Hidalgo - Nossa intenção,
desde o primeiro álbum foi agradar a nós
mesmos. Fazemos o que nos parece certo em cada momento
de nossas vidas. Neste disco procuramos fazer a música
que nos traga prazer em tocar. Considero este o melhor
trabalho do MindFlow. Estamos muito orgulhosos!
Thiago
- Outra coisa que percebo nos discos do MindFlow são
as diversas formas de audição presentes
em suas músicas, explico: sempre quando pego um
disco para escutar com atenção o escuto
de três formas. No som de casa, no fone de ouvido
e no carro e em todas elas o ouvinte percebe coisas difere- |
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ntes,
tem outros sentimentos e isso eu acho muito importante,
a que vocês atribuem isso?
Rodrigo Hidalgo - Sempre trabalhamos as músicas
em detalhes e gostamos de inserir elementos que só
sejam percebidos depois de algumas ouvidas. Acho que enriquece
o trabalho tornando-o mais interessante para o ouvinte. |
Thiago
- Uma coisa legal e que me impressionou neste álbum foi
o peso das guitarras. Foi proposital isso ou foi algo que vocês
sempre queriam, mas precisava adaptar o tipo de música
que a banda sempre tocou ao peso característico do heavy
metal?
Rodrigo Hidalgo - A proposta do disco pediu o peso
das guitarras. Tive a oportunidade neste disco, devido às
composições, de mostrar um lado bem agressivo
e que me identifico bastante.
Thiago
- Vamos falar das músicas agora. A primeira canção
do álbum é a faixa titulo Destructive Device que
já tinha saído no MySpace e no single Breakthrough.
Ela tem um refrão pegajoso, com uma pegada e grooves
interessantes. Aproveito para perguntar ao mesmo tempo dar um
palpite: ela será a música de abertura dos shows
que a banda fará pelo Brasil e por todo o mundo?
Rodrigo Hidalgo - Na última tour nos EUA esta
música abria o show, mas isso é uma coisa que
gostamos de variar... Adoro esta música, pois ela tem
uma energia contagiante e já mostra a cara do MindFlow
na hora. Boa pra ouvir bem alto!
Thiago
- A música Lethal pode ser considerada como a mais pesada
do álbum, em minha opinião é claro. Qual
foi a inspiração para a criação
do riff inicial?
Rodrigo Hidalgo - Esse é um daquele riffs que
nascem do nada e na hora você já sabe que ele vai
funcionar. Lethal é uma música especial. Durante
um ensaio começamos a tocar e ela nasceu naturalmente.
Parecia que ela já estava dentro de cada um de nós.
Thiago
- Ainda sobre esta canção podemos perceber alguns
vocais guturais uma novidade na história do MindFlow
estou correto? Vocês pensam em misturar ainda mais esse
estilo vocal no grupo, ou foi só uma experiência?
Rodrigo Hidalgo - Acho ótimo podermos fazer
estas experiências e passear por várias tendências.
A proposta do MindFlow nos possibilita isso.
Thiago - Breakthrough talvez
seja a música mais radiofônica já criada
pela banda até hoje, mas não a considero uma balada
melosa e forçada, pelo contrário. Qual a resposta
para esta canção? Ela será utilizada em
rádios, programas de televisão, etc.? Potencial
para isso ela com certeza tem.
Rodrigo Hidalgo - Breakthrough caiu no gosto dos fãs
imediatamente! É muito legal tocá-la ao vivo e
sentir a resposta do público.
Thiago - Um dos destaques
do álbum sem dúvida nenhuma são as artes
gráficas e os formatos das caixinhas. Vocês colocaram
dois formatos que os colecionadores adoram, o digipak e o slipcase.
Fora o encarte que conta com belas fotos, detalhes sobre os
membros da banda, etc... Vocês fazem isso por respeito
aos fãs ou também por serem colecionadores?
Rafael Pensado - Podemos dizer que ambos! Desde o álbum
Mind Over Body tivemos vontade de explorar os formatos de embalagem
e sempre mantivemos a mente aberta a como poderíamos
relacionar essa embalagem com a gana criativa do MindFlow além
da música.
Thiago - Vocês vão
manter os preços baixos de seus álbuns, assim
como fizeram nos anteriores?
Rafael Pensado - Sem dúvida. Isso é algo
que podemos fazer porque a distibuição nacional
é praticamente toda feita pela nossa produtora, Unlock
your Mind Productions, como cortamos o custo do distribuidor
podemos repassar ao lojista por um valor bem mais baixo, conseqüentemente
chega ao consumidor final com um preço muito mais acessível.
Thiago - Batendo nessa
tecla sobre os colecionadores, vocês como músicos
experientes e que com certeza tem influências de grandes
bandas, procuram comprar esse tipo de material das bandas favoritas?
Aproveitam as viagens para fora do país pra isso?
Rafael Pensado - Compro sempre que tenho a chance,
claro que respeitando os padrões “humanos”
de valores, mas gosto muito de comprar discos, DVDs, e material
on-line. Quando viajamos sempre acabamos encontrando algo inédito.
"A
proposta do disco pediu o peso das guitarras. Tive a oportunidade
neste disco, devido às composições, de
mostrar um lado bem agressivo e que me identifico bastante."
- Rodrigo Hidalgo
Thiago – O Minflow
foi uma das primeiras bandas brasileiras a liberar suas canções
de graça na web. Vocês perceberam uma queda nas
vendas do disco por causa disso? Se não, como explicar
esse feito?
Rafael Pensado - Naquele momento, pra nós foi
ótimo! Aumentamos muito nossa base de público,
que às vezes não adquiriria o disco não
por não comprá-lo, mas por não ter acesso
a ele. Muitas cidades do interior de todo o país passaram
a ter acesso ao disco apenas por um web link. Percebemos que
muitas pessoas baixam o disco para um Mp3 player em que às
vezes as músicas estão em baixa qualidade. No
nosso site elas baixam diretamente do fornecedor em alta qualidade.
Foi uma atitude muito boa para nós, e pelo contrário
do que parece, vendemos mais disco com essa ação
devido ao fato do fã querer o disco original, pelo jogo
que rola dentro do disco, site e pela embalagem que chama muito
a atenção.
Thiago
- A música Under An Alias começa com alguns sons
peculiares de programas de computadores, eles teriam alguma
ligação com o titulo do álbum Dispositivo
de Destruição?
Rafael Pensado - Não só Under An Alias,
mas tudo ligado a esse disco tem uma ligação com
Destructive Device, até o ouvinte! Isso é algo
interessante, sempre que o ouvinte repetir a audição,
e rever o encarte, perceberão algo que não havia
reparado ainda, ficamos extremamente felizes com o resultado
desse novo disco!
Thiago - O disco conta
com 12 faixas, sendo duas delas pequenos trechos de “conversas”.
Elas me lembraram diálogos dos clássicos filmes
de terror, como exemplo o Massacre da Serra Elétrica.
Qual a importância dessas faixas para o contexto geral
do álbum?
Rodrigo Hidalgo - As duas faixas do álbum são
experiências binaurais onde você é uma das
vítimas de um psicopata. O áudio é 3D,
ou seja, você tem a nítida impressão que
está na sala junto com o torturador. Você deve
ouvir estas faixas com fone. É emocionante!
Thiago - Vocês gostam
deste tipo de filme? Já pensaram em criar um disco com
letras somente deste estilo, algo parecido como o King Diamond
faz?
MindFlow - As letras completam o jogo FOLLOW YOUR INSTINCT.
A idéia do MindFlow é sempre oferecer algo a mais
para o público, não só a música
mas uma experiência completa.
Thiago - Como parte do
pacote do novo álbum os fãs ganharam a segunda
versão do game FOLLOW YOUR INSTINCT. Quem teve a idéia
desse jogo e a importância de se interagir cada vez mais
com os fãs?
Rodrigo Hidalgo - No Mind over Body, incluimos secretamente
a primeira edição do ARG (Alternate Reality Game)
FOLLOW YOUR INSTINCT . Mais de 3.000 pessoas participaram do
ARG que durou 1 ano e 3 meses. As pistas estavam por toda à
parte desde passagens musicais, e-mails, sites, gravações
misteriosas, fotos e principalmente em uma história em
quadrinhos que vinha com o disco da banda. Agora no DESTRUCTIVE
DEVICE, liberamos a continuação da saga: FOLLOW
YOUR INSTINCT 2.0 – J.A.C.K. O novo site da banda ( www.MindFlow.com.br
) se transformou na Agência de Inteligência e o
disco agora é a pasta de evidências dos novos crimes
do serial killer que inclui até um pôster para
o início das investigações. Existe também
uma seção dentro do site da banda (www.MindFlow.com.br/followyourinstinct
), onde você pode explorar ambientes em que o assassino
foi visto pela última vez, procurar pistas, enviá-las
para o laboratório e receber laudos técnicos para
montar seu caso.
Thiago - Os timbres de
todos os instrumentos estão excelentes neste álbum.
O quão estressante e complexo se deve a busca pelo timbre
perfeito, pelo tipo de som que cada música realmente
pede?
Rodrigo Hidalgo - Os
timbres dependem muito do arranjo. A busca é encontrar
o timbre que funcione junto com os timbres dos outros instrumentos.
Às vezes uma guitarra parece ruim sozinha, mas dentro
da música ela faz toda a diferença. É uma
busca cuidadosa e delicada, mas decisiva para tornar a música
interessante.
Thiago - Esta pergunta
é para o Ricardo Winandy. Seu estilo de tocar me lembra
muito o atual baixista do Metallica, Robert Trujillo. Ele é
uma influência sua? Você não é um
baixista comum, não acompanha somente a bateria, mas
sim transforma o baixo em um instrumento solo em suas músicas...
Ricardo Winandy - Sim, Robert Trujilo, o Metallica
e a banda do Ozzy Osbourne são grandes influências
para mim.

Thiago -
Para o Rafael Pensado. Você já parou para pensar
que está se transformando em um dos maiores bateristas
do Brasil? Seu kit de bateria, sua forma de tocar, realmente impressionam.
Já te disse isso pessoalmente, mas a forma que você
toca bateria mostra o prazer que você tem em tocá-la.
Quais são suas influências principais de bateristas
e a que você atribui estas qualidades?
Rafael Pensado - Muito obrigado pelas gentis palavras!
Por mais lisonjeador que isso soe para os meus ouvidos, realmente
não vejo as coisas assim, acho que o que me dá mais
prazer em tocar bateria é porque é realmente algo
muito prazeroso para mim, poder se expressar através dos
tambores é algo totalmente primitivo e que mantém
o meu espírito vivo, sinto que quando o MindFlow está
no palco uma carga de energia muito forte transborda do palco
e chega ao público, e essa é uma troca constante,
acho que isso é algo que faz com que o MindFlow cresça
cada vez mais, isso é resultado de uma química muito
forte entre os membros da banda e honestidade musical, o que se
sente num show do MindFlow, pode ser algo sem definição,
mas é verdadeiro. Como influências tenho muitos ídolos,
nem todos bateritas, por incrível que pareça um
baterista pode aprender muito com um guitarrista ou um vocalista,
pois existem os músicos que admiro pela qualidade musical,
outros pela criatividade e outros pela simplicidade. Alguns dos
meus músicos inspiradores são: Neil Peart, Mark
Knopfler, Dave Grohl, Carlos Ezequiel, poderia citar uma lista
sem fim, mas hoje em dia esses são os que mais me inspiram.
Muito obrigado pela pergunta.
Thiago - Para o Danilo Herbert.
Você tem uma voz peculiar, presença de palco interessante
e teatral. Como você cuida de sua voz durante os shows?
Quem te inspirou quando você ainda era apenas um fã
de heavy metal?
Danilo Herbert - Primeiramente Thiago, muito obrigado
pelas palavras! Naturalmente, quando uma pessoa canta, ela está
usando vários músculos ao mesmo tempo, portanto,
a primeira preocupação que se deve ter quando se
pisa em um palco é estar com o corpo muito bem descansado,
quanto melhor o sono, melhor será o rendimento da voz.
Mas quando se tem de fazer shows em seguida durante vários
dias, o sono às vezes fica em segundo plano, e é
aí que a técnica vocal entra: para que você
obtenha o máximo da sua voz com o mínimo esforço
possível. Por isso, quando estou em situações
como esta (vários shows e poucas horas de sono), eu tento
me preservar ao máximo, a começar com uma alimentação
boa e leve, o uso da voz também deve ser reduzido fora
da performance, ou seja, tento me comunicar com o menor número
de palavras possível! Em certas ocasiões até
a mímica é válida! (Rs!) Pode parecer bobeira,
mas esses cuidados realmente fazem diferença em situções
extremas. Como um bom fã de Metal, posso dizer que em minhas
primeiras influências estão todos os vocalistas clássicos
desse estilo: Ozzy Osborne, Bruce Dickinson, Rob Halford, Geoff
Tate, etc. Mas como músico, procuro estudar vários
outros estilos que não o próprio metal e com isso
posso dizer que outros vocalistas também foram e são
relevantes para mim na hora de compor e cantar: Mike Patton, Ian
Gillan, Jon Anderson, Seal, Ian Anderson, entre muitos outros.
Thiago - Para o Miguel Spada.
Os teclados são realmente importantes para o MindFlow.
Primeiro porque eles fazem o papel de uma segunda guitarra, além
de incorporarem sons inusitados e que engrandecem as músicas.
Qual estilo você prefere tocar, o limpo (piano) ou com efeitos
e porque?
Miguel Spada - Não há estilo preferido,
pois gosto igualmente dos dois modos. Na minha visão o
que há é a necessidade para determinada parte de
uma música e dependendo do que a música pede, uso
um ou outro.
Thiago - Para o Rodrigo Hidalgo.
Perguntei sobre a busca pelo timbre anteriormente, mas especificamente
da guitarra como essa busca funciona? Você primeiro cria
o riff e depois as melodias, solos, etc... ou depende muito da
ocasião?
Rodrigo Hidalgo – Depende, às vezes uma
música nasce de um timbre que faz você criar uma
melodia e depois você acrescenta um riff para a sustentação
da idéia toda... Não existe uma regra.
Thiago - Por falar em shows,
quais as surpresas para este ano? Pretendem tocar o disco na íntegra
em alguns shows? Pretensões para shows na Ásia e
Europa?
Ricardo Winandy - Dia 13 de Setembro (Sábado)
vamos fazer um show especial no Manifesto Bar, em São Paulo.
Vamos tocar além do novo álbum “Destructive
Device” na íntegra, as músicas mais pedidas
dos CDs anteriores. Acabamos de voltar em Julho de uma turnê
com mais de 10 shows nos EUA e estamos negociando nossa volta
para a Ásia e Europa em 2009.
"Nossa
intenção, desde o primeiro álbum foi agradar
a nós mesmos. Fazemos o que nos parece certo em cada momento
de nossas vidas. Neste disco procuramos fazer a música
que nos traga prazer em tocar. Considero este o melhor trabalho
do MindFlow. Estamos muito orgulhosos!" - Rodrigo Hidalgo
Thiago - Tenho percebido
que o nordeste está voltando à cena do Heavy Metal,
tanto nacional como internacional o que vocês tem a dizer
sobre este canto do país que ficou carente de grandes bandas
por algum tempo...
Ricardo Winandy - O
público do Nordeste é ótimo, tanto em freqüência
nos shows como em participação. Eles são
sempre “quentes” como o lugar onde moram. Nos shows
que já fizemos lá fomos muito bem recebidos e pretendemos
voltar ainda esse ano. Acho que a região está voltando
à cena por ter sido redescoberta.
Thiago - Planos para gravações
de dvds, ou algum álbum ao vivo?
Ricardo Winandy - Estamos ansiosos para gravar um DVD
ao vivo aqui no Brasil, mas ainda não temos planos concretos
para isso.
Thiago - Com três álbuns
lançados e diversas turnês pelo mundo, não
é possível que não exista algum caso engraçado,
inusitado ou até mesmo curioso que tenha acontecido com
a banda durante todo esse tempo.
Ricardo Winandy - Realmente tiveram muitas situações
inusitadas nesses anos. Uma vez, voltando de um show na Bélgica
para a Inglaterra, depois de uma parada num posto de gasolina,
o Hidalgo que estava numa das vans, perguntou para mim e o Pensado,
que estávamos em outra, se o vocalista, Danilo, estava
com a gente. E não estava. Isso depois de uns 50 km da
última parada. Tivemos que fazer a volta, e encontramos
o Danilo lá, tirando fotos das vacas, borboletas, etc,
na maior calma! Essa é uma das muitas que tiveram.
Thiago - Para terminar esta
entrevista, qual dos cinco integrantes do MindFlow merece ser
caçado (Wanted) por todos (risos).
Ricardo Winandy - Os fãs já conhecem, quem
ainda não conhece vale a pena entrar no site para conferir
(www.MindFlow.com.br/followyourinstinct): J.A.C.K.
Thiago - Nós do Metal
Revolution agradecemos por mais esta entrevista e deixamos este
espaço para vocês.
Ricardo Winandy - Muito Obrigado pela oportunidade, confiram
o site novo www.MindFlow.com.br , com o novo jogo, “Follow
Your Instinct”, e não esqueçam de pedir o
seu adesivo grátis! E KEEP FLOWING...